
Redação do Momento Espírita, com trecho da obra Pérolas de luz, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Ceu.
Mais um Texto enviado pela Regina Alves, grande Deusa Iluminada!
SEJAM MUITO BEM VINDOS - ESSE É MEU CANTINHO DE PENSAMENTOS E REFLEXÕES EM BUSCA DO CONHECIMENTO, SABEDORIA E PAZ INTERIOR!!!


"Amigo é quem te dá um pedacinho de chão, quando é de terra firme que precisas, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que te faz falta.
Amigo é mais que ombro amigo ou 75% de ti, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas...
É quem tentou e fez, e não tem o egoísmo de não querer compartilhar o que aprendeu.
Amigo é aquele que cede e não espera retorno, porque sabe que o acto de compartilhar um momento é melhor do que o de receber. É compreensão para o teu cansaço e insatisfação para a tua reticência.
Amigo é aquele que entende o teu desejo de voar, de desistir devagar, a tua angústia pela compreensão dos acontecimentos, a tua sede pelo "por vir"... É simultaneamente o espelho que te reflete e a parede que te protege.
É quem fica enfurecido por enxergar o teu erro, querer tanto o teu bem e saber que a perfeição é utopia. É o sol que seca tuas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais o teu sorriso.
Amigo é aquele que toca na tuas feridas para te ajudar, acompanha tuas vitórias, faz piada para amenizar teus problemas... É quem tem medo, dor, náusea, cólica, gozo tal como tu... É quem sabe que viver é ter histórias para contar depois.
Amigo é quem sorri para ti sem motivo aparente, é quem sofre com teu sofrimento... É o achar daquilo que tu nem sabias que procuravas, é aquele que te escreve pequenos bilhetes em salas de aulas ou mensagens eletrónicas emocionadas... É aquele que te ouve ao telefone com o mesmo prazer e atenção que teria se tivesse a olhar para os teus olhos.
Amigo é aquele que percebe num simples olhar os teus desejos, os teus disfarces, a tua alegria, mas também o teu medo, as tuas incertezas, as tuas fraquezas... É aquele que aguarda paciente por ti e se entusiasma quando vê aquele brilho no teu olhar...
Amigo é aquele que te diz "eu te amo" sem qualquer medo de má interpretação... Amigo é pra sempre, mesmo que o sempre não exista... "

Amigo é coisa para se guardar, do lado esquerdo do peito, debaixo de sete chaves, dentro do coração, ensina Milton Nascimento. Existem muitas definições para a amizade. Segundo o Dicionário Aurélio, amizade é um sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual.Estas duas definições, se não são definitivas, dão uma boa idéia do que seja a amizade. Amigos são importantes na vida de qualquer pessoa. São eles que riem conosco na alegria e nos consolam na tristeza. Elogiam nossos acertos e não têm medo de criticar nossos erros. O bom amigo está ao nosso lado não na hora boa ou ruim, mas na hora certa. São pessoas a quem queremos muito bem e com as quais esperamos dividir muitos momentos na vida. E sempre foi assim, amigos sempre fizeram a diferença na vida do ser humano.
Mas, se a amizade é tão velha quanto a humanidade, a origem do Dia do Amigo é recente e controversa. Uma das versões mais propagadas diz que um argentino, chamado Enrique Febbaro, foi seu criador. Na década de 60 o mundo vivia o auge da corrida espacial e Enrique viu nessa empreitada um esforço do ser humano para estabelecer relações para além do planeta. Em 20 de julho de 1969, com a chegada do homem à Lua, o argentino decidiu usar esta data para fazer uma festa dedicada à amizade.
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo.
Confira algumas frases sobre amizade e escolha a que melhor a define. Feliz Dia do Amigo!
A amizade é um amor que nunca morre.
Mário Quintana
Raros são os homens dotados de bastante caráter para se regozijarem com os sucessos de um amigo sem uma sombra de inveja.
Ésquilo
A amizade começa quando, estando juntas, duas pessoas podem permanecer em silêncio sem se sentir constrangidas.
Tyson Gentry
A amizade sempre é proveitosa, o amor às vezes é.
Sêneca
Amigo é igual parafuso: a gente só sabe que é bom na hora do aperto.
Anônimo
Censura teus amigos na intimidade e elogia-os em público.
Ditado Latino
A amizade começa onde termina ou quando conclui o interesse.
Cícero
Se um amigo deixa de o ser é porque nunca o foi verdadeiramente.
Provérbio
O que mais impede de ter um bom amigo é o empenho em ter muitos. A amizade quer ser antiga.
Plutarco
Não sei se, com exceção da sabedoria, os deuses imortais ofereceram ao homem alguma coisa melhor que a amizade.
Cícero

Frida Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que
havia nascido em 1910. Sua vida sempre foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos
contraiu poliomelite, o que à deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o ônibus em
que passeava chocou-se contra um bonde. Ela sofreu multiplas fraturas e uma barra de ferro
atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias
e ficou muito tempo presa em uma cama.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima de sua
cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque
sou o assunto que conheço melhor". Suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente
seu amor pelo marido Diego Rivera.
A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida
não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. A maior dor
de Frida foi a impossibilidade de ter filhos (embora tenha engravidado mais de uma vez, as
seqüelas do acidente a impossibilitaram de levar uma gestação até o final), o que ficou claro em
muitos dos seus quadros.
Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não
eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei
minha própria realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia
pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero alegremente a saída - e espero
nunca mais voltar - Frida". Talvez Frida não suportasse mais.

1) Estamos descobrindo de novo que vivemos em um mundo profundamente misterioso, e repleto de coincidências inesperadas e encontros sincronísticos que parecem destinados!
O que aconteceu com o nascer do sol?
Parto humanizado não é sinônimo de dar à luz em casa, como fez Gisele Bündchen Nascimento de Benjamin, filho de Bunchen e Tom Brady, trouxe de volta as discussões sobre parto domiciliar
Depois que Gisele Bündchen teve seu filho na banheira de casa, os partos domiciliares voltaram a ser assunto na mídia e nas rodas de futuras mamães. De um lado, há os que defendem que o ambiente hospitalar tirou da mulher o papel de protagonista na hora do nascimento do bebê. De outro, aqueles que reforçam a importância do aparato médico para diminuir a dor da gestante e garantir a saúde do recém-nascido.
O parto domiciliar é uma modalidade de parto humanizado, algo que está se difundido no país. "O termo se refere ao movimento humanístico, que enfatiza a valorização do humano em detrimento à valorização da técnica", explica o obstetra e ginecologista Ricardo Herbert Jones. Sob essa conceito, há diferentes procedimentos possíveis: o parto na água (que pode ocorrer na banheira da gestante ou até mesmo em um hospital), o parto de cócoras, ou, ainda, o Leboyer, em que o ambiente é preparado para o nascimento com pouca luminosidade, silêncio, banho logo após o nascimento e contato mais intenso entre mãe e bebê.
Como as modalidades podem variar, não há estimativas sobre o número de partos humanizados feitos no Brasil. Até porque não se trata de uma técnica, mas de uma forma diferente de tratar a mãe, dando-lhe mais autonomia no momento de dar à luz.
No parto humanizado, é respeitado o ritmo natural do nascimento, e não há utilização de anestesia ou medicamentos para acelerar as contrações, assim como não há corte na região do períneo para facilitar a saída do bebê. A gestante não precisa fazer a raspagem dos pelos pubianos, passar por lavagem intestinal, nem precisa ficar o tempo todo deitada. Depois do nascimento, a mãe participa do primeiro banho, do corte do cordão umbilical, e pode amamentar logo na primeira hora de vida do bebê. Outra vantagem é que não há o afastamento da família e dos amigos durante o nascimento: a gestante pode estar acompanhada o tempo todo por quem ela quiser.
A maior parte desses nascimentos acontece fora do ambiente hospitalar. "Um hospital é um local feito para abrigar pessoas doentes, portanto não é o melhor lugar para receber mulheres em pleno vigor de sua saúde e capacidade física, que estão passando por um evento fisiológico e natural", opina Jones. Por isso, há mulheres que não fazem questão nem da presença do médico - no Brasil, toda enfermeira tem habilitação legal para fazer partos. Outra opção é contratar uma parteira tradicional ou uma doula, mulher que oferece suporte emocional, físico e espiritual às gestantes antes, durante e depois do parto.
Enfermeiras e parteiras são profissionais qualificadas para realizar um parto, mas não para agir no caso de uma emergência. Mesmo um médico, sem uma equipe ou sem os instrumentos necessários, pode fazer pouco em situações mais complicadas. Por causa desses riscos, o parto domiciliar não é recomendado pelo Conselho Federal de Medicina.
"Descolamento da placenta, hemorragia, falta de oxigênio no sistema nervoso que pode levar a paralisia cerebral ou mesmo a necessidade de fórceps para o bebê sair são situações em que, se não houver uma intervenção imediata com equipamentos adequados, podem resultar em tragédia", adverte a obstetra Mônica Nogueira. Se o bebê tiver dificuldade de respirar ao nascer, por exemplo, e não for encaminhado a tempo, pode sofrer danos cerebrais permanentes.
Para evitar complicações, os partos domiciliares só são recomendados se não for detectado nenhum problema no pré-natal e a gestação for considerada de baixo risco. Estão excluídos, portanto, casos de gravidez múltipla, diabetes e hipertensão. Se a gestante entrar em trabalho de parto antes da 37ª semana, ou se o bebê estiver sentado, ela será automaticamente transferida para um hospital. Se o bebê demorar mais do 12 horas para nascer, também há o encaminhamento para o hospital.
Mesmo com esses cuidados, é preciso considerar, também, a questão logística. "Se algo der errado, é preciso saber qual o hospital mais próximo que pode atender nessa situação, qual o caminho mais curto, e como realizar o transporte. Se o hospital for longe e o trânsito estiver intenso, o problema fica ainda mais grave", diz Nogueira.
Para a médica, é preciso avaliar os riscos de se ter um bebê em casa, antes de se pensar no conforto e na intimidade do ambiente. "Mas o parto humanizado realizado no hospital apresenta tanto risco, senão menos, do que o parto normal."
Dor do parto
Outras críticas comuns ouvidas por quem defende o parto fora do ambiente hospitalar é que ele é muito doloroso para a gestante. Mas Jones afirma que há muitos métodos alternativos para aliviá-la, como banhos quentes, presença do marido para confortar e dar segurança, massagens, acupressura, do-in, mudança de posição, palavras de segurança e carinho.
O médico garante que as mães que passaram por esse procedimento raramente reclamam de sofrimento. "O afastamento da família, o uso de drogas potencialmente perigosas, a posição inadequada de parir e a imobilidade no leito são muito mais importantes como causadoras de dor (através do mecanismo medo-tensão-dor) do que a dilatação e as contrações em si", justifica.
Apesar de muitos hospitais terem modificado o modo de tratar mamães e bebês, ainda são poucos os que oferecem o parto humanizado. Em geral, o custo é um pouco superior ao do parto normal (cerca de R$ 2 a R$ 3 mil a mais). Um pouco menos que o valor desembolsado por quem quer ter o filho na banheira de casa, que varia de R$ 5 a R$ 9 mil.
Para quem não pode pagar, a opção é procurar uma casa de parto (ambiente que une o conceito do parto humanizado ao respaldo de um hospital), que atende pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Mas ainda são poucas unidades no país.
"Na verdade, é muito mais importante humanizar o hospital do que tratar de partos domiciliares, porque a imensa maioria dos nascimentos no Brasil vai acontecer no hospital", reconhece Jones.
Por: Chris Bueno
Fonte: UOL