quarta-feira, 20 de abril de 2011

A Saúde e as Emoções

Qual adoece primeiro: o corpo ou a alma?
A alma não pode adoecer, porque é o que há de perfeito em ti, a alma evolui, aprende. Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma. Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.

Há emoções prejudiciais à saúde? Quais são as que mais nos prejudicam?
70 por cento das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional. As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas. O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades que temos hoje. Quando o temor se congela, afeta os rins, as glândulas suprarrenais, os ossos, a energia vital, e pode converter-se em pânico.
Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?
De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti. Tens teus limites, não vás além. Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo.

Como é que a raiva nos afeta?
A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à autoafirmação, à busca do teu território, a defender o que é teu, o que é justo. Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade, ressentimento, ódio, ela se volta contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico.
Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?
A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração, e é a mais curativa de todas, porque não é contrária a nenhuma outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas. A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância.

A alegria acalma os ânimos?
Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência. A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente. Canaliza-as para que cheguem ao mundo da mente.

E a tristeza?
A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno. Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.Tornamo-las negativas quando as reprimimos.

Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?
Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar. Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração. Que difícil! Sim, é muito difícil. Realmente as emoções básica são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor, por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo. Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo.

Como prevenir a enfermidade?
Somos criadores, portanto creio que a melhor forma é criarmos saúde. E, se criarmos saúde, não teremos que prevenir nem combater a enfermidade, porque seremos saúde.

E se aparecer a doença?
Teremos, pois, de aceitá-la, porque somos humanos. Krishnamurti também adoeceu de um câncer de pâncreas e ele não era alguém que levasse uma vida desregrada. Muita gente espiritualmente muito valiosa já adoeceu. Devemos explicar isso para aqueles que creem que adoecer é fracassar. O fracasso e o êxito são dois mestres e nada mais. E, quando tu és o aprendiz, tens que aceitar e incorporar a lição da enfermidade em tua vida.
Cada vez mais as pessoas sofrem de ansiedade. A ansiedade é um sentimento de vazio, que às vezes se torna um oco no estômago, uma sensação de falta de ar. É um vazio existencial que surge quando buscamos fora em vez de buscarmos dentro. Surge quando buscamos nos acontecimentos externos, quando buscamos muleta, apoios externos, quando não temos a solidez da busca interior. Se não aceitarmos a solidão e não nos tornarmos nossa própria companhia, sentiremos esse vazio e tentaremos preenchê-lo com coisas e posses. Porém, como não pode ser preenchido de coisas, cada vez mais o vazio aumenta.
Então, o que podemos fazer para nos libertarmos dessa angústia?
Não podemos fazer passar a angústia comendo chocolate ou com mais calorias, ou buscando um príncipe fora. Só passa a angústia quando a traz em teu interior, te aceitas como és e te reconcilias contigo mesmo. A angústia vem de que não somos o que queremos ser, muito menos o que somos, de modo que ficamos no "deveria ser", e não somos nem uma coisa nem outra. O stress é outro dos males de nossa época. O stress vem da competitividade, de que quero ser perfeito, quero ser melhor, quero ter uma aparência que não é minha, quero imitar. E realmente só podes competir quando decides ser um competidor de ti mesmo, ou seja, quando queres ser único, original, autêntico e não uma fotocópia de ninguém. O stress destrutivo prejudica o sistema imunológico. Porém, um bom stress é uma maravilha, porque te permite estar alerta e desperto nas crises e poder aproveitá-las como oportunidades para emergir a um novo nível de consciência.

O que nos recomendaria para nos sentirmos melhor com nós mesmos?
A solidão. Estar consigo mesmo todos os dias é maravilhoso. Passar 20 minutos consigo mesmo é o começo da meditação, é estender uma ponte para a verdadeira saúde, é acender o altar interior, o ser interior. Minha recomendação é que a gente ponha o relógio para despertar 20 minutos antes, para não tomar o tempo de nossas ocupações. Se dedicares, não o tempo que te sobra, mas esses primeiros minutos da manhã, quando estás rejuvenescido e descansado, para meditar, essa pausa vai te recarregar, porque na pausa habita o potencial da alma.

O que é para você a felicidade?
É a essência da vida. É o próprio sentido da vida. Estamos aqui para sermos felizes, não para outra coisa. Porém, felicidade não é prazer, é integridade. Quando todos os sentidos se consagram ao ser, podemos ser felizes. Somos felizes quando cremos em nós mesmos, quando confiamos em nós, quando nos empenhamos transpessoalmente a um nível que transcende o pequeno eu ou o pequeno ego. Somos felizes quando temos um sentido que vai mais além da vida cotidiana, quando não adiamos a vida, quando não nos alienamos de nós mesmos, quando estamos em paz e a salvo com a vida e com nossa consciência. Viver o Presente.

É importante viver no presente? Como conseguir?
Deixamos ir-se o passado e não hipotecamos a vida às expectativas do futuro quando nos ancoramos no ser e não no ter, ou a algo ou alguém fora. Eu digo que a felicidade tem a ver com a realização, e esta com a capacidade de habitarmos a realidade. E viver em realidade é sairmos do mundo da confusão.

Na sua opinião, estamos tão confusos assim?
Temos três ilusões enormes que nos confundem:
Primeiro: Cremos que somos um corpo e não uma alma, quando o corpo é o instrumento da vida e se acaba com a morte.
Segundo: Cremos que o sentido da vida é o prazer, porém com mais prazer não há mais felicidade, senão mais dependência. Prazer e felicidade não são o mesmo. Há que se consagrar o prazer à vida e não a vida ao prazer.
Terceiro: Ilusão é o poder; desejamos o poder infinito de viver no mundo. E do que realmente necessitamos para viver? Será de amor, por acaso? O amor, tão trazido e tão levado, e tão caluniado, é uma força renovadora. O amor é magnífico porque cria coesão. No amor tudo está vivo, como um rio que se renova a si mesmo. No amor a gente sempre pode renovar-se, porque ordena tudo. No amor não há usurpação, não há transferência, não há medo, não há ressentimento, porque quando tu te ordenas, porque vives o amor, cada coisa ocupa o seu lugar, e então se restaura a harmonia. Agora, pela perspectiva humana, nós o assimilamos com a fraqueza, porém o amor não é fraco.
Enfraquece-nos quando entendemos que alguém a quem amamos não nos ama. Há uma grande confusão na nossa cultura. Cremos que sofremos por amor, porém não é por amor, é por paixão, que é uma variação do apego. O que habitualmente chamamos de amor é uma droga. Tal qual se depende da cocaína, da maconha ou da morfina, também se depende da paixão. É uma muleta para apoiar-se, em vez de levar alguém no meu coração para libertá-lo e libertar-me. O verdadeiro amor tem uma essência fundamental que é a liberdade, e sempre conduz à liberdade. Mas às vezes nos sentimos atados a um amor. Se o amor conduz à dependência é Eros. Eros é um fósforo, e quando o acendes ele se consome rapidamente em dois minutos e já te queima o dedo.Há amores que são assim, pura chispa. Embora essa chispa possa servir para acender a lenha do verdadeiro amor. Quando a lenha está acesa, produz fogo. Esse é o amor impessoal, que produz luz e calor.

Pode nos dar algum conselho para alcançarmos o amor verdadeiro?
Somente a verdade. Confia na verdade; não tens que ser como a princesa dos sonhos do outro, não tens que ser nem mais nem menos do que és. Tens um direito sagrado, que é o direito de errar; tens outro, que é o direito de perdoar, porque o erro é teu mestre. Ama-te, sê sincero contigo mesmo e leva-te em consideração. Se tu não te queres, não vais encontrar ninguém que possa te querer. Amor produz amor. Se te amas, vais encontrar amor. Se não, vazio. Porém nunca busques migalhas, isso é indigno de ti. A chave então é amar-se a si mesmo. E ao próximo como a ti mesmo. Se não te amas a ti, não amas a Deus, nem a teu filho, porque estás apenas te apegando, estás condicionando o outro. Aceita-te como és; não podemos transformar o que não aceitamos, e a vida é uma corrente permanente de transformações.


Fonte: http://www.sintergeticabrasil.com

domingo, 17 de abril de 2011

Osterbaum‏


Árvore de Páscoa!

Entre os vários símbolos usados na Alemanha durante a Páscoa, está o Osterbaum – a Árvore da Páscoa.

As tradições da Páscoa, como as de outras festas religiosas, têm sua continuidade na Alemanha de hoje e foram levadas a outros países pelos que emigraram.

A árvore da Páscoa é montada com um galho seco, que simboliza a frieza e morte do sepulcro de Jesus Cristo.

No galho são colocadas cascas de ovos coloridas, que simbolizam a alegria da vida que significa a Ressurreição do Senhor.

O ovo significa ou simboliza que há vida dentro dele e dalí ela brota, apesar de estar escondida até o momento em que a ruptura acontece. Dentro do ovo está a vida.

A Páscoa é Vida, Ressurreição, Esperança e Alegria, apesar da Sexta-feira Santa com a crucificação de Jesus. “Eu vivo, vós também vivereis”, é a sua mensagem gloriosa.

O Osterbaum é assim apenas um símbolo, pois como cristãos celebramos e adoramos o Senhor e Salvador Jesus Cristo.

As famílias cristãs também deveriam adotar este bonito costume em seus lares, assim como já fazem com a árvore de Natal. O processo é simples:

Semanas antes da Páscoa reserve cascas de ovos que devem ter apenas um furo pequeno, pelo qual se retirou o ovo. Lave-as e deixe-as secar de cabeça (furo) para baixo.

Pinte as cascas com tinta plástica ou tinta de papel crepom. Você também pode desenhar e pintar símbolos religiosos ou motivos para as crianças.

Recorte tiras finas e também pequenos círculos de papel branco; tampe o furo colando por cima os círculos e das tiras faça alças que também serão coladas na parte superior dos ovos. Você também pode envernizar os ovos depois de pintados.

Na Sexta-feira Santa coloque em um vaso um galho totalmente seco, sem nenhuma folha, deixando-o exposto em local visível na casa e finalmente no Domingo de Páscoa, ao levantar, ornamente-o pendurando os ovos.

A árvore da Páscoa (Osterbaum) pode ser retirada a partir do segundo Domingo após a Páscoa.

A Criança Abandonada e a Mãe- Lua - Por Monika Von Koss‏

"Nestes tempos revoltos pelos quais estamos passando, é comum emergir do nosso âmago a criança abandonada, trazendo a sensação de não saber o que fazer da vida. Nossas crenças, habilidades, conhecimento, parecem não funcionar mais e ficamos sem rumo.

Para vocês que, como eu, têm se sentido assim, quero contar aqui uma das histórias de Pinkola Estés, esta maravilhosa contadora de histórias para a alma. Ela nos lembra que a luz interna não se apaga jamais. E se colapsamos sob o efeito da raiva, ocultando nossos sentimentos de desvalor, desproteção, desamparo, ela nos ensina que precisamos estar dispostas a cuidar de nós mesmas, sermos nossa própria mãe. Mas não basta esta mãe interna nos amar, é preciso que ela nos guie por meio da intuição, da consciência, do senso comum.

Eis a história, que se passa em uma vila, onde tudo andava bem, exceto por um pequeno detalhe: a vila era circundada por um pântano negro, onde sempre era escuro e que exalava um cheiro mal, pois tudo nele apodrecia.

A escuridão deste pântano fazia com que as pessoas necessitassem da luz da lua, para guiá-los à noite. Mas, nas noites em que a lua não aparecia, os charcos eram traiçoeiros. E lá viviam muitas coisas ruins, assim como coisas ruins também vivem nos cantos mais escuros da mente humana e que surgem à noite, para conduzirem os viajantes aos pesadelos, onde os afundam.

Quando a mãe-lua soube que, em pouco tempo, muitas pessoas haviam morrido, ela ficou muito entristecida, pois ela se preocupava com os humanos. Então decidiu vir à terra e ver por ela mesma o que estava acontecendo. E quando chegou a escuridão do mês, ela pisou em uma estrela cadente e aterrizou na beira do pântano, vestida com um manto preto, para que nenhuma luz pudesse escapar. E até onde ela pode ver, os charcos eram como espelhos negros, com alguns salgueiros aqui e ali. Ela sentiu o cheiro do musgo e viu, ao redor de seu manto, um brilho que a fez tremer de frio e medo, como todos nós. E envolveu-se mais ainda em seu manto.

Mas ela amava tanto os seres humanos, que começou a investigar, conduzida pela luz dourada que escapava de sua cabeça e iluminava tenuamente seus belos pés brancos. Encontrou um caminho pela grama, mas quando pensou ter chegado à terra firma, sentiu algo se mover entre seus pés. Caiu para frente e buscou apoio em um pequeno galho, para se dar conta que estes se enrolavam em seus tornozelos e braços, prendendo-a, até ela se encontrar na mais negra escuridão.

Enquanto lutava para se desvencilhar, ouviu uma voz ao longe chamando: “Me ajude, por favor!” Enquanto ouvia, o chamado chegava mais perto, até ela vislumbrar alguém tropeçando. Finalmente viu, à tênue luz das estrelas, um rosto amedrontado, com olhos assustados, e soube imediatamente que era uma pobre alma que havia se perdido, atraída pela sua luz, e sentiu muita tristeza por haver atraído a alma à sua morte. Na tentativa de avisá-la, adverti-la, ela lutou até que sua capa caiu completamente e seus cabelos imersos nas águas negras emitiram uma luz tão brilhante, como se fosse dia.

Neste momento, o viajante viu os maus recuarem para seus buracos. Mas a lua continuava sua luta para se livrar dos galhos, que a seguravam cada vez mais apertado. Feliz por estar salvo, o viajante não se deu conta desta coisa mais marvilhosa que acabava de acontecer. E a mãe-lua finalmente afundou exaurida no lodo, até seu cabelo e tudo em volta ficar novamente no escuro.

E os seres que gostavam da escuridão voltaram. Não havia mais luz à noite e muitas pessoas se perderam, deixando crianças órfãos. Então as pessoas do vilarejo decidiram descobrir o que tinha acontecido com a lua e, levando tochas, penetraram no charco. Andaram e cavaram, até encontrar um ser muito belo, com os olhos cheios de amor pela humanidade.

Liberta, a lua se ergueu até chegar ao céu, onde, na maioria das noites, viaja com sua luz, iluminando a terra. E nas poucas noites previsíveis em que ela se cobre e não brilha, os viajantes aprenderam a ficar em casa e esperar, até ela lhes mostrar novamente o caminho.

Moral da história? Em tempos revoltos, quando tudo à nossa volta parece mergulhar na escuridão, precisamos nos recolher, acender nossas tochas internas e vasculhar a escuridão que nos envolve, até encontrar e revelar a luz e a beleza. Para isto precisamos ter fé na vida, no amor e, principalmente, em nossa criança interna."

Sobre o Amor...

O amor faz de todo mundo um grande poeta e, se o amor não puder fazer de você um poeta, então nada o fará.

O amor abre uma dimensão totalmente diferente em seu ser. Sem ele você permanece confinado ao mundo da lógica. Quando o amor começa a acontecer em sua vida, a lógica começa a desaparecer, acontece uma transcendência da lógica.

É por isso que a mente lógica sempre chama o amor de loucura, de cegueira. A lógica sempre condenou o amor, chamando-o de cego, de louco. Chama-o de tudo quanto é nome pelo simples motivo de que o intelecto é incapaz de concebê-lo.

O amor é um mundo totalmente diferente. Nada tem a ver com aritmética, com lógica, com ciência. É imensurável, um território desconhecido. Ninguém sabe exatamente o que ele é.

Mesmo aqueles que mais se aprofundaram nele ficaram quase mudos — ele é inexprimível.

Mas a experiência é grandiosa, tão extática que explode de diversas maneiras. Pode explodir em dança, em música, em poesia, em pintura, em qualquer tipo de criatividade.

O amor é sempre criativo. E o mundo tem sido tão destrutivo simplesmente porque ensinamos as pessoas a reprimir a energia do amor.

O amor reprimido se torna destrutivo. O amor exprimido se torna criatividade.

Osho, em "Meditações Para o Dia"

Todas as citações de Osho © OSHO International Foundation

OSHO ® é marca registrada da OSHO International Foundation.

Tempos Interessantes...

“Estamos atravessando uma transição espantosa, à medida que a nova e poderosa energia começa a demandar expressão.

A interdependência está deslocando a velha energia da co-dependência, que está empurrando contra, com resultados explosivos. Para aqueles de nós que não estão diretamente envolvidos, o melhor que podemos fazer é sustentar um espaço amoroso e manter nosso foco e nossas intenções em um futuro positivo para a totalidade do planeta e a consciência coletiva.

Estamos testemunhando eventos extraordinários. Nossos pensamentos e bênçãos são para as pessoas que estão vivenciando o caos resultante das liberações energéticas do planeta. À medida que a própria consciência de Gaia passa por transições correntes, estas liberações explosivas se manifestarão de várias formas. Em tempos assim difíceis, muitas vezes é duro lembrar que, aquilo que é ruim no nível humano, é perfeito no nível divino. O Espírito percebe as coisas de forma tão diferente de nossas encarnações humanas.

O caos no norte da África é aflitivo, mas potencialmente expansivo, a expressão da nova energia da interdependência, que atravessa a consciência coletiva. Nestes países, a demanda por uma forma de estrutura social e um governo mais interdependente escalonou a níveis explosivos. Um número surpreendente de governos está tentando apaziguar os que protestam, prometendo movimentar-se em direção a tal estrutura. Na Líbia, contudo, a hierarquia dominador/controle de seu governo co-dependente está se apegando mais ferozmente ao seu poder atual. Será fascinante observar o que se desenrolará nos próximos tempos, à medida que a energia continua seu trabalho.

Uma nova era interdependente está nascendo. Isto agora é inevitável. Estamos atualmente testemunhando seu processo de nascimento e aquilo que ainda não foi determinado pela consciência coletiva, ou pelas deusas do destino, dirá quão fácil será o parto. Quanto mais continuarmos a sustentar um espaço estável para o amor, a verdade e a interdependência, mais seremos capazes de doar ao planeta e a nós mesmos uma transição mais fácil.”

Catherine Wilkins - Diretora de Fractology (www.fractology.info)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Doenças causadas por (RE)sentimentos.

Analisem as doenças que você tem ou pode ter a partir dos sentimentos que
estamos guardando ou doenças que podem nos ajudar a resolver problemas de sentimento.
É um e-mail para guardar e refletir.

  • Doenças causadas por (re)sentimentos.
    Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos
    são criadas por nós.
    Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no
    nosso organismo.
    Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz Louise L. Hay.
  • Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos
    perdoar.
  • Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos
    perdoar mais .
  • Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço
    onde não houve
    perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma
    relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga
    Louise.

Reflita,
vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS/CAUSAS

AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS : medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso não?

Por isso vamos tomar cuidado com os nosso sentimentos...principalmente
daqueles que escondemos de nós.
'Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma'.

Remédios indicados: Auto Estima, Perdão, Amor


Lua Vermelha...

Na Antiguidade, o ciclo menstrual da mulher seguia as fases lunar com tanta precisão que a gestação era contada por luas. Com o passar dos tempos, a mulher foi se distanciando dessa sintonia e perdendo assim o contato com o seu próprio ritmo e seu corpo, fato que teve como consequência vários desequilíbrios hormonais, emocionais e psíquicos. Para restabelecer essa sincronicidade natural, tão necessária e salutar, a mulher deve se reconectar à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá cooperar com o seu corpo, fluindo com os ciclos naturais, curando seus desequilíbrios e fortalecendo sua psique.
Para compreender melhor a energia de seu ciclo menstrual, cada mulher deve criar um Diário da Lua Vermelha, anotando no calendário o início de sua menstruação, a fase da lua, suas mudanças de humor, disposição, nível energético, comportamento social e sexual, preferências, sonhos e outras observações que queira.
Para tirar conclusões sobre o padrão de sua Lua Vermelha, faça essas anotações durante pelo menos três meses, preferencialmente por seis. Após esse tempo, compare as anotações mensais e resuma-as, criando, assim, um guia pessoal de seu ciclo menstrual baseado no padrão lunar. Observe a repetição de emoções, sintonias, percepções e sonhos, fato que vai lhe permitir estar mais consciente de suas reações, podendo evitar, prever ou controlar situações desagradáveis ou desgastantes.
Do ponto de vista mágico, há dois tipos de ciclos menstruais determinados em função da fase lunar em que ocorre a menstruação. Quando a ovulação coincide com a lua cheia e a menstruação com a Lua Negra (acontece nos três dias que antecedem a lua nova, entendido como o quinto dia da lua minguante), a mulher pertence ao Ciclo da Lua Branca. Como o auge da fertilidade ocorre durante a lua cheia, esse tipo de mulher tem melhores condições energéticas para expressar suas energias criativas e nutridoras por meio da procriação.
Quando a ovulação coincide com a lua negra e a menstruação com a lua cheia, a mulher pertence ao Ciclo da Lua Vermelha. Como o auge da fertilidade ocorre durante a fase escura da lua, há um desvio das energias criativas, que são direcionadas ao desenvolvimento interior, em vez do mundo material. Diferente do tipo Lua Branca, que é considerada a boa mãe, a mulher do Ciclo Lua Vermelha é bruxa, maga ou feiticeira, que sabe usar sua energia sexual para fins mágicos e não somente pro criativos.
Ambos os ciclos são expressões da energia feminina, nenhum deles sendo melhor ou mais correto que o outro. Ao longo de sua vida, a mulher vai oscilar entre os ciclos Branco e Vermelho, em função de seus objetivos, de suas emoções e ambições ou das circunstâncias ambientais e existenciais.
Além de registrar seus ritmos no Diário da Lua Vermelha, a mulher moderna pode reaprender a vivenciar a sacralidade de seu ciclo menstrual. Para isso, é necessário criar e defender um espaço e um tempo dedicado a si mesma. Sem poder seguir o exemplo das suas ancestrais, que se refugiavam nas Tendas Lunares para um tempo de contemplação e oração, a mulher moderna deve respeitar sua vulnerabilidade e sensibilidade aumentadas durante sua lua. Ela pode diminuir seu ritmo, evitando sobrecargas ao se afastar de pessoas e ambientes carregados, não se expondo ou se desgastando emocionalmente, e procurando encontrar meios naturais para diminuir o desconforto, o cansaço, a tensão ou a agitação.
Com determinação e boa vontade, mesmo no corre-corre cotidiano dos afazeres e obrigações, é possível encontrar seu tempo e espaço sagrados para cuidar da sua mente, de seu corpo e de seu espírito. Meditações, banhos de luz lunar, água lunarizada, contato com seu ventre, sintonia com a deusa regente de sua lua natal ou com as deusas lunares, viagens xamânicas com batidas de tambor, visualizações dos animais de poder, uso de florais ou elixires de gemas contribuem para o restabelecimento do padrão lunar rompido e perdido ao longo dos milênios de supremacia masculina e racional.
O mundo atual - em que a maior parte das mulheres trabalha - ainda tem uma orientação masculina. Para se afastar dessa influência, a mulher moderna deve perscrutar seu interior e encontrar sua verdadeira natureza, refletindo-a em sua interação com o mundo externo.

(Texto extraído do livro O Anuário da Grande Mãe - Guia Prático de Rituais para
Celebrar a Deusa, de Mirella Faur, Editora Gaia)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Criando a própria vida

Criamos continuamente possibilidades em torno de nós, mas nos surpreendemos quando elas acontecem.
Vigie bem suas idéias e observe como elas criam sua vida. Se alguém pensa que é um fracasso, que não vai fazer nada na vida... Realmente, essa pessoa não irá fazer nada porque sua idéia está criando essa realidade!
Quanto mais ela achar que não,
Cria-se um círculo vicioso!
Quem pensa que vai ter sucesso, é bem-sucedido.

Experimente e você ficará admirado; algumas vezes, nem vai acreditar.
Se um homem pensa que jamais encontrará um amigo, ele não encontrará.
Ergueu em torno de si a muralha da China. Não está disponível e pronto! Ele precisa provar que sua idéia está certa e... Mesmo que alguém se aproxime com grande cordialidade, será rejeitado porque ele precisa provar sua idéia; está muito comprometido com ela!
E pouco a pouco todos se tornarão seus inimigos.
Por isso, observe bem o que pensa e o que deseja... Observe a sua mente.
Você está constantemente criando o que vai colher da sua vida... Quer chova ou faça sol.
Se é assim, melhor que faça sol, não é mesmo?

(Texto retirado do livro Vá com Calma, de Osho)

Solidão...

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma....

Francisco Buarque de Holanda

Mapas de um futuro bem proximo...





Sabemos que haverá grandes mudanças na geografia terrestre. Já está previsto a séculos. Segundo Ramatis o Brasil será grandemente preservado e será o refúgio de muitas p
essoas que virão de outros continentes ameaçados.
Será tudo isso? Cabe a cada um meditar e pesquisar. Ah sim! e fazer a sua parte na evolução pessoal.
Abraços


MAPAS DE UM FUTURO BEM PRÓXIMO SEGUNDO A CIÊNCIA

(mencionam as áreasque serão inundadas)

América do Sul


América do N
orte

Observem o ressurgimento de Atlântida e Lemúria



Eur
opa

Mapas depois da ascensão do Planeta Terra à quinta dimensão




Em hipótese alguma este post promove o "medo", muito pelo contrário, faz-se necessário o esclarecimento associado ao discernimento.
Será um grande equívoco as pessoas entenderem que todas as populações das regiões que serão inundadas morrerão, maior equívoco ainda será os que se mudarem para as regiões "aparentemente" seguras.

Este processo de mudanças do planeta é natural e já está em andamento, basta fazer uma leitura do clima mundial atualmente. Mas o processo que muitos interpretam como a "separação do joio do trigo", se faz (ainda se faz) nas ações do dia a dia de cada um.
Não haverá divindades ou ETs escolhendo as pessoas, mas sim, as pessoas que têm direito devido ao que foram e fizeram valer o seu mérito até o presente momento.

De uma forma ilustrativa explicamos:


Todos temos um registro universal, e neste registro consta o seu "nível de amor" no coração, este nível é conquistado através de suas existências, mas podendo a última estabelecer a quantidade necessária para tornar-se "trigo".

Justamente baseado neste nível de amor, é que você poderá ser considerado "joio" ou "trigo", ou seja, para ascender fisicamente à quinta dimensão, a sua vibração tem que estar no padrão "trigo".
Quem é joio e quis assim, continua na terceira dimensão, pois na quinta, a sua vibração não será suficiente para viver nela. Portanto, está claro que ser "trigo" é uma conquista de livre escolha pessoal.

Aos auto-vitimistas eu digo: O nosso Criador é perfeito e justo, somente nesta existência, cada um teve inúmeras oportunidades de "acordar", este "acordar" não significa algo relacionado a qualquer religião, e sim, a ser uma pessoa VERDADEIRAMENTE melhor.

Com propriedade eu afirmo que o conceito de "pessoa melhor" dos que possam se sentir injustiçados, não é nada real, e sim, conveniente, hipócrita e de acordo com a sua medíocre maneira de viver a vida.

Ainda falando da perfeição e generosidade do nosso Criador, eles nos dá o livre arbítrio, pois, a vida é feita de escolhas e assim as fizemos.

Uma nova oportunidade como esta levará10.800 anos terrestres, talvez seja suficiente para os que optaram por ser "joio" aprenderem na roda cármica a obesrvar as oportunidades da vida. Mas saibam que, somos todos amados, e, certamente chegará a hora de cada um, nenhuma xispa divina involui.

E assim É.