Nunca mais deixe o medo consumir sua energia...
Quantas vezes você já morreu por dentro ao permitir que o medo falasse mais alto em sua vida? Quantas portas você está deixando de abrir por medo de se arriscar? E as oportunidades perdidas, heim!
Enfrente todos os seus medos pois essa é a melhor maneira de vencê-los. E enfrentar significa abrir as portas, abaixar a guarda.... Significa viver, respirar... Significa se permitir, experimentar, sonhar...Significa ter de volta o desejo de ter planos e sonhos! Enfrentar os medos talvez signifique apenas ouvir a voz que vem do coração!
Até quando os seus fantasmas ficarão te impedindo de ter uma vida inteira, completa, digna?
Encare de frente a sua realidade, os seus desafios, os seus medos. Nunca mais permita que o medo de fracassar seja maior do que os seus sonhos! E quanto ao desconhecido, ao futuro, deixe-o em seu devido lugar, acalmando os pensamentos que projeta insegurança e pessimismo. Pare de sentir medo do novo, do desconhecido! Pare de sentir medo de errar! Você bem que poderia viver mais livre, né? Não dê tanto poder assim aos medos que você carrega. Você sempre será muito mais poderoso, muito mais forte do que qualquer coisa, viu?
O medo tem o poder de inferiorizar as pessoas. O medo é como um veneno que paralisa, bloqueia, desgasta, cansa e pode impedir você de buscar os seus sonhos. Nunca mais se sinta inferiorizado, tá? Nunca mais deixe o medo consumir sua energia, seu tempo, sua esperança, sua vida! E se o medo é um "bicho papão", lembre-se que quem tem medo de "bicho papão" são os pequeninos, as crianças. Exatamente por serem crianças e por terem vivido muito pouco. Mas você não é mais criança! Pare de ser derrotado antes mesmo do início da luta, ok?
E se o medo contagia e se multiplica, então você já sabe que tem uma missão de ajudar aqueles que estão colocando tudo a perder por causa dos seus fantasmas, dos medos, por causa do imaginário.
Faça tudo para ser feliz! Faça tudo por você! E tudo com emoção! Sem medos!
Bom Dia! Bom Divertimento! Conte sempre com o Amor de Deus por você, tá?
"De agora em diante, não permita mais que qualquer medo prejudique a sua vida, deixando de fazer as coisas como precisam serem feitas"
SEJAM MUITO BEM VINDOS - ESSE É MEU CANTINHO DE PENSAMENTOS E REFLEXÕES EM BUSCA DO CONHECIMENTO, SABEDORIA E PAZ INTERIOR!!!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
domingo, 11 de dezembro de 2011
PEQUENAS ETAPAS ORDENADAS QUE NOS AJUDAM A PERDOAR
Espiritualidade X Religião
A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.
A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro"..
A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.
A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.
A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.
A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..
A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.
A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.
A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.
A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.
A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.
domingo, 20 de novembro de 2011
Amor Radical ou emoções baratas?
» por Pedro Kupfer
Hoje em dia, está na moda ficar. Pessoas ficam. Por exemplo, ouvimos dizer que Fulano ficou com Sicrana. Demorei um pouco para entender o que era esse tal de ficar. Ainda bem que tenho um dicionário em casa: aprendi que ficar é “manter com (alguém) convívio de algumas horas, sem compromisso de estabilidade ou fidelidade amorosa”. Traduzindo: ficar é viver um relacionamento amoroso avulso. Emoções baratas (cheap thrills), diria Janis Joplin.
Devo estar ficando velho (na outra acepção do termo): não consigo compreender o sentido dessa perda de tempo e energia, desse desgaste e dessa irresponsabilidade em relação aos sentimentos do outro. Para mim, pelo que entendo da visão do Yoga sobre a vida, o amor envolve um grau tão alto de compromisso nos relacionamentos, que aventuras desse tipo ficam imediatamente descartadas.
O yogi, acredito, não quer perder tempo, nem dispersar sua energia, nem ferir os sentimentos de outrem. O yogi de verdade está no processo de libertação (moksha), e busca a mesma inspiração no estudo da filosofia, na prática e nos relacionamentos amorosos. Ele não está atrás dessas emoções baratas, mas do Amor Radical.
Há muita controvérsia em torno da definição do amor. Quando dois humanos tentam descrever esse sentimento, suas definições são quase sempre diferentes. Isso, em caso de chegarmos no consenso de que o amor é de fato um sentimento, coisa bastante questionável, como veremos nesta reflexão.
Amor = sofrimento?
Todos sofremos de amor: seja pela ausência, por medo dele, ou por medo de que ele nos falte. Por que isso acontece? Por que sofremos tanto com algo que deveria nos trazer felicidade? Quando morre alguém que amamos, sofremos. Quando alguém que amamos nos é indiferente, sofremos. Quando morre o amor que nutrimos por alguém, sofremos também. Esse sofrimento é universal, e parece estar baseado numa compreensão equivocada do que seja o amor.
Quando estamos carentes, vemos o amor pelo outro como uma tábua de salvação, uma espécie de transferência da responsabilidade pela nossa própria felicidade para o objeto de amor. Isso significa que, distraidamente, delegamos ao outro a tarefa de nos fazer felizes. Coitado do outro! Ele nem imagina onde está se metendo, nem suspeita qual é o tamanho da missão que, sem aviso, nós delegamos a essa pessoa.
Acredito que isso aconteça porque não compreendemos a natureza do amor. Não sabemos nada sobre ele, que não estejacondicionado pela emocionalização da nossa ignorância e pelos nossos condicionamentos culturais. Não conseguimos pensar além dos valores que a sociedade nos impõe, e essa limitação torna-se uma fonte inesgotável de sofrimento.
O amor é transformado num sentimento por conta da nossa interpretação pessoal, tingida por condicionamentos e lembranças, valores sociais, e a imagem distorcida que temos de nós mesmos. Como projetamos nosso passado no presente o tempo todo, o amor parece evaporar-se depois de pouco tempo. Consequentemente sofremos, ficando à mercê da próxima queda no abismo da montanha russa emocional.
O Amor nos tempos do Veda
Como admirador da cultura dos Vedas, faz muito sentido para mim o que a Brihadaranyaka Upanishad diz à respeito do amor, e que resolve a equação amor/sofrimento. Esse ensinamento pode nos parecer, ao primeiro olhar, radical e desconcertante.
Numa passagem desse texto, cujo título poderia ser traduzido mais ou menos livremente como “A Grande Floresta do Conhecimento”, o sábio Yajñavalkya está prestes a renunciar ao mundo. Isso inclui as riquezas, a própria família e, obviamente, o amor que ele tem por ela.
Ele chama Maitreyi, sua esposa, e lhe diz que está indo embora para morar na floresta, para levar uma vida decontemplação, dedicada ao autoconhecimento. Também lhe diz que irá deixar todas suas riquezas com ela e sua segunda esposa, Katyayani.
Maitreyi pergunta se essas riquezas poderão dar para ela aquilo que ele está buscando na vida de contemplação. Ele responde com estas palavras: “Não, sua vida seria apenas igual à daqueles que têm riquezas. No entanto,não há a mínima chance da imortalidade ser obtida através da abundância.”
Então Maitreyi disse: “O que deveria eu fazer então, com aquilo que não me torna imortal? Ensine-me, venerável senhor, sobre Aquele que você conhece como o único meio de se alcançar a imortalidade.“
Depois, lhe dá uma definição de amor que pode parecer-nos perturbadora ou “egoísta”, respondendo com estas palavras: “Minha querida, você já era minha amada antes, e agora menciona o assunto que me é mais caro. Venha e sente-se: irei lhe explicar. Enquanto lhe explico, medite sobre o que lhe digo:
“Em verdade, não é pelo amor ao esposo, minha querida, que o esposo é amado: ele é amado pelo amor ao Ser que, em sua natureza real, é uno com o Ser Ilimitado. Em verdade, não é pelo amor à esposa, minha querida, que a esposa é amada: ela é amada pelo amor ao Ser. Em verdade, não é pelo amor aos filhos, minha querida, que os filhos são amados: eles são amados pelo amor ao Ser.”
Isso significa que, quando amamos uma pessoa, não estamos amando ela pelo que ela é, mas pelo que ela evoca em nós: a pessoa simples, pacífica e plena que essencialmente somos. Isso, contrariamente ao que possa parecer, não é egoísmo. Deixando de ver o amor como uma emoção, posso cultivar o desapego em relação aos meus próprios sentimentos. Assim, poderei me livrar do sofrimento que inevitavelmente advém quando estou identificado com eles. Dessa maneira, poderei igualmente aliviar o outro da responsabilidade de me fazer feliz. Isso seria exatamente o oposto do egoísmo.
O Amor não é uma emoção
Assim, o amor não seria uma emoção ou uma sensação. Uma emoção é uma reação orgânica a um pensamento, acompanhada por mudanças na respiração e na pressão sanguínea. Amor é um estado de paz, advindo do conhecimento de si mesmo como alguém completo, simples,feliz e satisfeito. Por esse motivo, não devemos confundir paixão ou volúpia com amor de raiz. Se, em presença do ser amado, fico em estado de plenitude, satisfeito e em paz, isso acontece porque a pessoa que amo desperta em mim o amor pelo Ser que eu sou.
Dharma, literalmente, significa “aquilo que mantém unido” e é uma palavra que se traduz como harmonia intrínseca, ordem, lei natural. Amor é igualmente um estado de coesão intrínseca, uma força protetiva que envolve grupos de pessoas, famílias ou amantes. Nesse sentido, podemos dizer que amor é dharma. A conexão entre amor e dharma, então, torna-se óbvia. Se o dharma é a cola que mantêm unidas as pessoas, isso não pode ser diferente do amor. Amor pelo Ser, então, é Amor Radical.
Nós não precisamos abandonar nossas vidas e ir para a floresta, como faz o sábio daUpanishad, para reconhecer o amor dessa forma, cultivá-lo desapegadamente e viver uma vida mais plena e feliz. Basta apenas reconhecer a plenitude em nós mesmos, e olhar com responsabilidade para aqueles que amamos, sendo compassivos e não-violentos em relação ao mundo. Namaste! __/\__
Uma “nova” ética para os relacionamentos amorosos

» por Rosana Biondillo
Por ter, como todos vocês que me lêem agora, passado por algumas amargas experiênciasno setor dos relacionamentos amorosos, comecei a prestar mais atenção à minha volta, procurando entender pelo menos um pouco do que andou me acontecendo.
Não sei se entendi, mas minhas observações estão se transformando numa pesquisa informal: observo as atitudes de pessoas que eu conheço, que são somadas aos comentários que ouço e aos desabafos que escuto. E, pasmem, depois de um tempo fazendo isso, passei alguns meses me sentindo quase um lixo de mulher.
Querem saber por quê?
Porque eu “descobri” uma coisa que já anda acontecendo há séculos, mas que nunca antes me chamou tanto a atenção:
As pessoas fazem sexo primeiro pra descobrir se se gostam como pessoas depois!
Primeiro se transa, depois se vê se se admira.
Primeiro se transa, depois se vê se se respeita.
Primeiro se transa, depois se vê se se importa.
Esse comportamento antes era tido como masculino, porque os homens, mais do que as mulheres, costumavam agir assim. Homens traíam mais e selecionavam menos suas parceiras. Sem querer ser machista ou preconceituosa, essa era a idéia geral. Hoje, não mais.
Hoje, de acordo com algumas estatísticas mais recentes e pelos meus estudos informais, as mulheres traem quase na mesma proporção e já selecionam bem menos seus parceiros. A ponto de eu ter chegado a ouvir, de uma garota de apenas 18 anos, a seguinte constatação:
- É bom eu ficar com esse mesmo (leia-se: namorado), porque tá difícil de encontrar homem.
Embora chulas, essas foram as exatas palavras que escutei. E, considerando-se que estamos no século XXI, é tudo muito triste, não é?
Assim como já me foi triste ter que ouvir que eu sou muito sensível e que me importo muito em fazer a coisa certa. A sugestão que eu mais ouvi e ouço até hoje é:
Deixa rolar pra ver no que vai dar!
Confesso que passei uns tempos bem desanimada, até desapontada comigo mesma, simplesmente por não conseguir ser assim. Até que comecei a realizar que, apesar de tudo isso, essas mesmas pessoas, homens e mulheres, não estavam assim tão felizes. Pelo menos, nem um terço do que esperavam ser.
Descobri, também, que eles não conseguem ser tão espontâneos quanto gostariam, e que passam boa parte do tempo em elucubrações estratégicas para fazer o relacionamento racionalmente “valer a pena”.
Mas foi aí também que eu percebi uma coisa fantástica, que mudou meu olhar e me trouxe uma certeza reconfortante: é essencial poder ser diferente, embora não seja nada fácil.
Acabei, a duras penas, descobrindo que eu adoro poder ser mulher e ser feminina, que eu não gosto de medir forças quando me interesso sinceramente por um homem, e que eu admiro demais as pessoas que conseguem ficar sozinhas sem ser solitárias, quenão sucumbem a qualquer apelo pra ter alguém do lado.
Descobri que repugno essa safra de mulheres-profissionais e de homens-sazonais.
Descobri que a maioria é, quase sempre, burra (não estou falando de QI, mas de consciência) e que existem coisas que não se faz, mesmo que muuuuuuuuuita gente esteja fazendo1.
Descobri que a maior ética para qualquer relacionamento, especialmente aqui o homem-mulher, é tão antiga e tão suprema:
Não faça ao outro aquilo que você não gostaria que fizessem a você.
Não traia, a não ser que você ache o máximo ser traído/a; não brinque com os sentimentos de ninguém, a não ser que você receba de bom grado esse mesmo tipo de tratamento; não mantenha uma relação apenas por não ter ninguém melhor no momento ou por conveniência, ou apenas porque você não suporta nem a idéia de ficar sozinho/a.
O tempo é precioso demais pra não levar a lugar nenhum. Em resumo: não enrole!!!
Posso continuar escrevendo por horas a fio, mas acho que já deu pra entender.
Evoluir como seres humanos é tarefa árdua para homens e mulheres, sem distinção, pois em essência, somos todos um. Como dizia o filósofo Santo Agostinho: na essência a unidade, na aparência a liberdade. E como também dizia Krishnamurti: a liberdade não é uma reação – é um sentimento.
Em pleno século XXI, quando o assunto são os relacionamentos amorosos, a grande liberdade é saber se comprometer consigo mesmo: sem egocentrismos, sem possessividades, sem dependências, oferecendo apenas o seu melhor e fazendo despertar no outro o que ele tem de melhor
Retorno!!!
domingo, 2 de outubro de 2011
Gratidão!!!
Amigos e Amigas queridos que moram dentro do meu coração, já agradeci à todos particularmente, mas quero agradecer novamente pelas muitas mensagens de Aniversário que recebi hoje no decorrer do dia, seja através de recados no orkut, facebook, msg no celular, msn, telefonemas ou pessoalmente, imensamente Grata pelas belas palavras ditas ou escritas, muitas delas me emocionaram, não tinha noção do quanto eu sou Especial para muitas dessas pessoas!!!
Gratidão, Gratidão, Gratidão.... Vocês todos Simplesmente tornaram o Meu Dia muito mais Especial do que ele poderia ser...
Muito Obrigada!!! Fiquem c/ Deus!!!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Meu Aniver....

Então, chegou o Dia, para alguns o dia de seu Aniversário é uma data entediante, depressiva ou coisa do gênero, mas pra mim é uma grande comemoração, mesmo que ninguém me dê os Parabéns, mesmo q ninguém se lembre, dentro de mim, no meu coração, no meu espírito, Estou em Festa, soltando fogos, pois, pra mim eh qdo o Meu Ano Novo começa verdadeiramente, e olha q esse meu ano novo promete, pois, até agora muita coisa boa aconteceu em minha jornada, e tenho a intuição que muita coisa boa acontecerá ainda!!!
Estou tão Feliz e Radiante, que sinto que nada vai abalar a minha Alegria de viver esses meus 29 aninhos!!!
Realmente à medida que o tempo passa, nós melhoramos muito, em tudo, e hoje sou muito mais Feliz que há algum tempo atrás, sou muito mais feliz que ontem, e amanhã serei muito mais!!!
Agradeço aos bons Seres de Luz, pela vida maravilhosa q eu tenho, pelo ar que eu respiro, pelo Sol que brilha ao nascer, mesmo que algumas vezes as nuvens possam encobri-lo, pela Lua, maravilhosa, que surgi no céu ao anoitecer, por eu poder ouvir, falar, sentir e ver toda essa vida bela que acontece a minha frente todos os dias!
Agradeço pelas bênçãos que tenho todos os minutos de minha existência e Simplesmente pelo fato de poder retornar aqui e poder ter a chance de fazer tudo diferente e melhor que dá última vez!!
Tentar ser o melhor Ser Humano do Mundo, não é Fácil, mas tb não eh impossível!!!
Simplesmente Gratidão, um Feliz Ano novo pra mim!!!
Ahowwww!!!
Thaimí Quevedo
sábado, 24 de setembro de 2011
Tempo Certo!
De uma coisa podemos ter certeza:
de nada adianta querer apressar as coisas;
tudo vem ao seu tempo,
dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo e aí acontecem
os atropelos do destino,
aquela situação que você mesmo provoca,
por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. Mas alguém poderia dizer:
Qual é esse tempo certo?
Bom, basta observar os sinais.
Quando alguma coisa está para acontecer
ou chegar até sua vida,
pequenas manifestações do cotidiano
enviarão sinais indicando o caminho certo.
Pode ser a palavra de um amigo,
um texto lido, uma observação qualquer.
Mas, com certeza, o sincronismo se encarregará
de colocar você no lugar certo,
na hora certa, no momento certo,
diante da situação ou da pessoa certa.
Basta você acreditar que nada acontece por acaso. Talvez seja por isso que você esteja
agora lendo estas linhas.
Tente observar melhor o que está a sua volta.
Com certeza alguns desses sinais
já estão por perto e você nem os notou ainda.
Lembre-se, que o universo sempre
conspira a seu favor quando você possui um
objetivo claro e uma disponibilidade de crescimento.
Paulo Coelho
